como disse um Jorge
e cantaram três mutantes
por ela eu ponho o coração
a frente da razão
é como acordar o sonho
e ir deitar nos pés de Deus
eu pensei que o céu fosse um incomodo
procurei o calor nas externas luzes de mercúrio
esperando encontrar a vênus em um falso espaço
de alucinações e noites perambulantes
arrastando correntes e mascando cacos de vidro
e se agora preciso de uma garrafa
é pra prender a fada por temer que ela voe
e leve o seu corpo
quero ficar tranqüilo
sussurrando palavras ao seu ouvido
dissolver com minha língua e minhas mãos
sua monotonia
ser sua segunda pele.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
piel
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